Brasileiro João Fonseca estreia no ATP Brisbane nesta segunda (5) contra Reilly Opelka e inicia temporada mirando 2026 em alta
O desafio é grande: do outro lado estará o americano Reilly Opelka, um dos sacadores mais temidos do circuito e atual número 52 do ranking mundial

A temporada do tênis começa oficialmente para o brasileiro nesta segunda-feira (5), com estreia marcada no ATP 250 de Brisbane, na Austrália. Logo de cara, o adversário será um nome conhecido do circuito e sinônimo de jogo duro: o americano Reilly Opelka, atual número 52 no ranking da ATP, dono de um dos saques mais potentes do mundo e capaz de transformar qualquer partida em um duelo de nervos.
O confronto é importante não apenas pelo torneio em si, mas pelo simbolismo: é a primeira grande prova do brasileiro no ano e uma oportunidade de medir o nível de preparação logo no início da temporada, em um evento que tradicionalmente serve como termômetro para o Australian Open, primeiro Grand Slam do calendário.
Opelka impõe respeito principalmente por seu estilo agressivo. Com quase 2,11m de altura, ele joga apoiado em um saque devastador e em pontos curtos, o que costuma dificultar a vida de quem não consegue devolver bem ou impor ritmo no fundo de quadra. O brasileiro, por sua vez, tende a buscar consistência, troca de bolas e variação, tentando quebrar a lógica do jogo do americano e forçá-lo a sair do padrão.
Além da estreia, o ATP Brisbane ganha relevância porque reúne muitos jogadores em busca de ritmo após o recesso de fim de ano. O torneio voltou ao calendário recentemente e vem recuperando força, atraindo bons nomes do circuito e colocando o campeão em evidência logo nos primeiros dias de janeiro.
Para o brasileiro, a partida também é uma chance de somar pontos importantes no ranking, especialmente nesse começo de temporada, quando cada vitória pode influenciar diretamente a entrada em chaves principais e a posição em Grand Slams e Masters 1000 ao longo do ano. Uma vitória sobre um top 60 logo na estreia representaria um salto simbólico — e também psicológico — para o restante da gira australiana.
A expectativa, portanto, é de um jogo intenso, com pouca margem para erros e com o saque sendo o fator decisivo. Contra Opelka, qualquer vacilo é punido rápido. Mas no tênis, principalmente em estreia de temporada, o detalhe pode mudar tudo: um tie-break, uma quebra inesperada, um momento de lucidez na devolução.
O Brasil entra em quadra com esperança, e o calendário abre com um teste de respeito.
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