Trump e Lula terão reunião de trabalho na Casa Branca nesta quinta-feira
Encontro em Washington deve tratar de temas econômicos e de segurança, com possibilidade de incluir Venezuela, minerais críticos, terras raras e combate ao crime organizado.
Encontro em Washington deve tratar de temas econômicos e de segurança, com possibilidade de incluir Venezuela, minerais críticos, terras raras e combate ao crime organizado.
Representantes eleitos pelo povo devem prestar contas de suas decisões; transparência no voto parlamentar é condição básica para fortalecer a democracia.
Ao resistir à promulgação da derrubada do veto ao PL da Dosimetria, Planalto transmite mensagem ruim sobre coerência institucional e respeito à decisão da maioria parlamentar.
Levantamento mostra Flávio com 44% e Lula com 43% em eventual disputa presidencial, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Avaliação de governo, alianças políticas e contexto nacional colocam atual governador em posição de vantagem no cenário eleitoral catarinense.
De Ottawa a Santiago, a falta de renovação e uma pauta que perdeu tração abrem espaço para conservadores — e o Brasil entra nessa mesma encruzilhada.
Rejeição de Jorge Messias ao STF e votações sensíveis no Congresso mostram que, em ano eleitoral, derrotas institucionais produzem efeitos que vão além do placar.
Antes mesmo do início oficial da propaganda eleitoral, o debate político já mostra excesso de ataques, pouca proposta concreta e quase nenhum projeto sério para o país.
Levantamento encomendado pela Genial Investimentos mostra Juliana com 35% contra 27% de Zucco em cenário de segundo turno para o governo gaúcho.
Levantamento encomendado pela Genial Investimentos mostra ACM Neto com 41% e Jerônimo Rodrigues com 38% em cenário de segundo turno, diferença dentro da margem de erro.
Levantamento encomendado pelo Banco Genial mostra o atual governador com 49% contra 32% do ex-ministro Fernando Haddad, em cenário que reforça vantagem pela reeleição.
Com Jorginho Mello liderando pesquisas e buscando a reeleição, MDB, PP e PSD discutem caminhos em um cenário que mistura projetos individuais, força das bases e cálculo nacional.
Liberação de R$ 12 bilhões em emendas às vésperas da sabatina de indicado ao STF reacende debate sobre transparência, oportunidade política e confiança nas instituições.
Levantamento nacional aponta disputa equilibrada entre o presidente e nomes da oposição, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente e Romeu Zema também competitivo dentro da margem de erro.
Ser de esquerda, direita ou centrão faz parte do jogo democrático; o que o eleitor rejeita é o candidato que se elege com um discurso e, no mandato, rompe com a base que o sustentou sem explicação consistente — e a história recente do Brasil está cheia de exemplos.
Levantamento nacional aponta Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 45%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Levantamento da Vox Brasil Pesquisas mostra senador com 50,4% contra 38,1% do presidente no maior colégio eleitoral do país.
Pesquisas indicam vantagem de nomes do Partido Liberal em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, mas cenário ainda é preliminar e depende da consolidação das candidaturas até 2026.
Levantamento feito com 1.680 eleitores fluminenses aponta senador com 47% contra 40,5% do presidente; pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-01920/2026.
Presidente aposta em frases de efeito para se colocar no centro dos grandes conflitos internacionais, entre acenos diplomáticos, busca por protagonismo e mensagens para o público interno.
A solidariedade entre regiões é legítima, mas o modelo atual penaliza quem produz, não resolve a pobreza e perpetua distorções de poder em Brasília.
Pesquisa registrada na Justiça Eleitoral aponta Flávio Bolsonaro na liderança isolada no Mato Grosso do Sul, com Lula em segundo lugar e larga distância entre os dois principais nomes do cenário presidencial no estado.
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira reforça a força do campo conservador no Rio Grande do Sul, com Flávio Bolsonaro liderando a disputa presidencial no estado e Luciano Zucco aparecendo à frente na corrida pelo governo gaúcho.
Em viagem por Espanha, Alemanha e Portugal, o presidente voltou a usar o cenário internacional para ampliar sua voz política. Na leitura do momento, o enfrentamento verbal a Donald Trump também serve como tentativa de ganhar centralidade em meio ao desgaste doméstico.
Em viagem por Espanha, Alemanha e Portugal, o presidente voltou a elevar o tom contra Donald Trump e a defender bandeiras globais. O movimento tem também evidente utilidade política num momento de desgaste interno e desaprovação elevada.
Depois de ser um dos pilares da vitória de Lula em 2022, a Bahia passa a emitir sinais políticos preocupantes para o PT, com desgaste do governo estadual e um cenário presidencial muito mais apertado do que o campo lulista estava acostumado a ver.
Ex-ministro de Lula e hoje crítico duro do PT, Ciro Gomes aparece à frente de Elmano de Freitas nas pesquisas para o governo do Ceará e transforma um estado historicamente favorável ao lulismo em foco de tensão política para 2026.
Embora a campanha oficial só comece em 16 de agosto, os movimentos de abril mostram que a disputa presidencial já entrou em fase intensa, com pesquisas apertadas, agendas em construção e medidas de forte apelo político ocupando o centro do debate.
O Congresso Nacional vem se afastando da imagem de instituição de debate elevado e compromisso coletivo, substituindo parte da política séria por encenação, confronto permanente e conteúdo de rede social.
A derrota de Viktor Orbán encerra 16 anos de poder, mas as primeiras sinalizações do novo premiê mostram que a transição húngara tende a ser mais complexa do que a leitura festiva feita por parte do campo progressista europeu.
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Quaest reforça um cenário que já vinha aparecendo em outros institutos: a disputa presidencial de 2026 segue fortemente polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro, com pouco espaço, ao menos por enquanto, para alternativas fora desses dois polos.
A ascensão nas pesquisas consolida Flávio Bolsonaro como protagonista da disputa, mas o desafio agora é transformar capital político em propostas concretas para os principais problemas do Brasil.
Ao manter a narrativa de que recebeu um país destruído, Lula prolonga um discurso politicamente compreensível, mas cada vez mais desafiado por indicadores oficiais e por um eleitorado que parece mais atento ao presente do que ao passado.
Levantamento divulgado nesta terça-feira indica vantagem numérica de Flávio Bolsonaro sobre Lula em uma eventual disputa de segundo turno e confirma que a corrida presidencial entrou em um ambiente mais competitivo.
A reação do presidente aos números mais recentes das pesquisas reforçou no Planalto um clima de urgência: a ordem agora é acelerar medidas com apelo popular para tentar conter a queda de popularidade em meio à pressão inflacionária e ao ambiente econômico mais duro.
O anúncio das pré-candidaturas do bloco formado pela Federação Brasil da Esperança, PSB, PSOL, Rede e PDT deve consolidar em Florianópolis a principal frente de oposição ao campo conservador no Estado e estruturar o palanque de Lula em Santa Catarina.
A decisão do senador baiano de deixar a aliança ligada a Lula e migrar para a oposição amplia a crise política no palanque governista da Bahia e reforça o peso nacional da disputa estadual de 2026.
Nova pesquisa Datafolha confirma um cenário mais duro para Lula em 2026: empate técnico com Flávio Bolsonaro, alta rejeição dos dois principais nomes da disputa e desempenho preocupante do presidente também contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
Ao sancionar novas leis de origem parlamentar, entre elas a que cria programas reflexivos para autores de violência doméstica, Santa Catarina reforça uma linha de ação que busca ir além da proteção imediata às vítimas e atacar também a reincidência da agressão.
Antes mesmo do início oficial da campanha, o PT já intensificou o uso de anúncios pagos nas redes sociais contra Flávio Bolsonaro, numa estratégia que pode ter efeito político imediato, mas também levantar questionamentos jurídicos sobre impulsionamento negativo na pré-campanha.
Pesquisa divulgada na noite desta quinta-feira coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no primeiro e no segundo turno, reforçando a percepção de que a disputa presidencial de 2026 entrou de vez em um cenário competitivo e sem conforto para o atual governo.
Depois de meses em que o entorno petista tratava a reeleição como caminho natural, a fala mais recente de Lula abriu uma dúvida que já circulava nos bastidores: o presidente pode até ser o plano A do PT, mas o partido sabe que hoje não dispõe de outro nome com o mesmo peso político.
A combinação de renda apertada, endividamento elevado, forte dependência de programas públicos e contas fiscais pressionadas reforça a percepção de que o país segue administrando urgências sem ainda apresentar uma rota clara de prosperidade sustentada.
Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste início de abril aponta vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro em Pernambuco num cenário de segundo turno, confirmando a importância estratégica do estado nordestino para o tabuleiro presidencial de 2026.
Em 26 anos de século, o país já viveu ciclos suficientes para o eleitor comparar promessas com entregas — e votar com precisão, não com narrativa.
Pesquisa divulgada neste domingo aponta Jorginho Mello muito à frente na disputa pelo governo de Santa Catarina, em um cenário que reforça sua condição de favorito e aumenta a pressão sobre adversários que, até aqui, não conseguiram reduzir a distância.
Pesquisa divulgada neste domingo indica Carlos Bolsonaro e Carol De Toni na frente na corrida pelas duas vagas ao Senado em Santa Catarina, reforçando a força do campo conservador no Estado e elevando a pressão sobre nomes tradicionais da política catarinense.
Levantamento do Instituto Veritá divulgado no fim de março mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula na corrida presidencial em Alagoas, reforçando o ambiente de desgaste do governo e a competitividade do campo bolsonarista para 2026.
Reportagem da Veja mostra que o PT passou a admitir, nos bastidores, o risco de Lula ficar fora da disputa presidencial de 2026, cenário impulsionado pelo avanço da rejeição ao presidente e pelo crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.
Pesquisas recentes mostram dificuldade do PT em dois estados estratégicos do Nordeste e sugerem que, mesmo em redutos historicamente favoráveis ao campo lulista, a disputa de 2026 pode ser bem mais dura do que o partido gostaria.
Nova pesquisa AtlasIntel mostra Jorginho Mello em posição amplamente dominante na corrida pelo governo de Santa Catarina, com números de primeiro turno que, nos votos válidos, já o colocariam em faixa de vitória imediata.