BC cita guerra e evita indicar próximos passos da Selic
Ata do Copom mantém tom de cautela, reforça incertezas no Oriente Médio e indica que novos cortes dependerão da inflação, da atividade econômica e do cenário internacional.
Ata do Copom mantém tom de cautela, reforça incertezas no Oriente Médio e indica que novos cortes dependerão da inflação, da atividade econômica e do cenário internacional.
Governo anuncia novo Desenrola e amplia pontos de descanso para caminhoneiros, enquanto prepara pautas como fim da escala 6x1 e revisão da “taxa das blusinhas”
Programa prevê descontos de 30% a 90%, juros de até 1,99% ao mês, uso de até 20% do FGTS e bloqueio temporário em plataformas de apostas para participantes.
Com projeção de PIB de apenas 1,6% em 2026, juros ainda muito altos e dívida pública em trajetória de alta, o Brasil caminha para um 2027 potencialmente mais difícil no bolso, no emprego e na sensação geral de bem-estar econômico.
Enquanto a LDO de 2027 traz um sinal fiscal mais positivo para o setor público, o próprio governo admite que as estatais federais continuarão no vermelho por vários anos, mantendo pressão sobre as contas e reacendendo o debate sobre o papel do Estado como empresário.
Banco Central fez o segundo corte consecutivo na taxa básica de juros, mas indicou que os próximos passos dependerão da inflação e dos efeitos dos conflitos no Oriente Médio.
Resultado foi o pior para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, com forte impacto da antecipação de precatórios e aumento das despesas.
Em meio a desafios de aprovação, gestão federal sinaliza mudanças em temas como bets e importações, enquanto prepara novas ações sociais e reacende discussão sobre financiamento das políticas públicas.
A promessa feita em 2022 virou símbolo de melhora concreta na vida do brasileiro. Quase quatro anos depois, os indicadores mostram um país com emprego em nível historicamente melhor, mas ainda pressionado por inflação, juros altos, déficit fiscal, endividamento e forte dependência de programas sociais.
Banco Central informou que o rombo em transações correntes chegou a US$ 6,036 bilhões no mês, com piora em serviços, renda primária e menor superávit comercial.
A Aneel autorizou o reajuste tarifário anual para oito distribuidoras de energia, afetando consumidores de nove estados. Os aumentos residenciais variam de 3,52% a 17,74%, em mais uma pressão sobre o orçamento das famílias.
A alta da arroba do boi gordo em abril recoloca a carne bovina no centro da inflação de alimentos e expõe uma combinação difícil para o consumidor: oferta menor no campo, exportações aquecidas e perspectiva de preços elevados por mais tempo.
A prorrogação do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã evitou um choque ainda maior, mas não foi suficiente para devolver normalidade aos mercados. O petróleo voltou a rondar os US$ 100, enquanto investidores seguem divididos entre alívio temporário e medo de nova escalada.
A alta desta terça-feira mostrou que o mercado voltou a precificar o risco geopolítico no Oriente Médio. Mais do que o preço atual do barril, o que preocupa é a falta de clareza sobre um acordo duradouro, fator que mantém a economia mundial sob tensão.
Enquanto a escalada do petróleo preocupa a economia global, o governo brasileiro acompanha com atenção o impacto positivo nos resultados da Petrobras e a possibilidade de reforço de caixa via dividendos.
Com o feriado de Tiradentes na terça-feira, o calendário doméstico fica mais curto, mas continua relevante para avaliar fluxo de capital, setor externo e confiança do consumidor, enquanto Estados Unidos e Europa terão uma agenda cheia de indicadores sobre a economia global.
O IFGF 2025 reacende um debate que o país evita há décadas: a multiplicação de municípios ampliou estruturas políticas e administrativas, mas não resolveu o problema da arrecadação local e ainda drenou recursos que poderiam estar mais concentrados em áreas essenciais.
A combinação de inflação pressionada com crescimento fraco voltou ao centro das preocupações globais, impulsionada pelo choque do petróleo, pelos gargalos logísticos e pelo risco de efeitos em cadeia sobre energia, fertilizantes, alimentos e indústria.
Ao discutir produtividade, gestão e tecnologias de fronteira no Fórum CEOs, a FIESC escolhe enfrentar um dos temas mais decisivos para a competitividade de Santa Catarina e do Brasil em um momento em que o país volta a debater jornada de trabalho, custo e eficiência.
Ao manter na LDO de 2027 a projeção de superávit primário de 0,5% do PIB, o governo envia ao mercado e à sociedade uma sinalização positiva de compromisso com o equilíbrio das contas públicas, condição essencial para juros menores, mais previsibilidade e avanço sustentável da economia.
Em um momento de desgaste nas pesquisas, o governo coloca em regime de urgência uma proposta de forte apelo popular, mas que levanta dúvidas sobre seus reais impactos econômicos e sociais.
Déficit registrado no primeiro bimestre de 2026 é o maior da série histórica e reforça a pressão sobre as contas públicas e a eficiência das empresas estatais.
A nova estimativa do mercado para o IPCA de 2026 subiu para 4,71%, acima do teto da meta, reforçando a percepção de que a inflação continua sendo um dos principais riscos para a economia brasileira.
O fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã encerra a expectativa de distensão e abre um novo capítulo de tensão global, com impactos diretos sobre energia, economia e equilíbrio geopolítico.
Mesmo sem acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, a abertura positiva das bolsas asiáticas nesta segunda-feira indica que os investidores já começaram a assimilar os efeitos do conflito e a reorganizar suas apostas em um ambiente de tensão que, embora grave, precisa continuar sendo economicamente administrado.
Com economia diversificada e espalhada por diferentes regiões, Santa Catarina depende de uma logística eficiente para sustentar sua competitividade. E os dados mais recentes mostram avanço relevante na qualidade da malha estadual, embora o desafio das rodovias federais ainda continue pesando sobre o desenvolvimento.
A estimativa do Tesouro Nacional de que a carga tributária chegará a 32,4% do PIB em 2025 recoloca no centro do debate um velho problema brasileiro: o aumento contínuo da arrecadação sem a mesma percepção de melhora proporcional nos serviços prestados à população.
O IPCA subiu 0,88% em março, atingiu o maior patamar mensal em 12 meses e foi puxado principalmente por combustíveis e alimentos, dois itens que têm impacto direto no dia a dia das famílias.
Com 81,7 milhões de brasileiros inadimplentes e endividamento das famílias em nível recorde, o país entra em 2026 sob um cenário de renda pressionada, crédito caro e dificuldade crescente para sair do vermelho.
A discussão no Congresso sobre reduzir a jornada semanal e avançar sobre o fim da escala 6x1 reacendeu um alerta entre entidades produtivas, que veem risco de aumento de custos, perda de competitividade e pressão adicional sobre setores que já enfrentam concorrência global intensa.
O governo federal anunciou um conjunto de medidas para conter a alta dos combustíveis, com impacto estimado em cerca de R$ 31 bilhões por ano, apostando em subsídios, desonerações e compensações sem efeito fiscal líquido, tese que ainda deve ser testada pela realidade do mercado e das contas públicas.
Mesmo quem não é especialista pode perceber quando o cenário econômico piora ou melhora: basta acompanhar o comportamento dos grandes investidores, que costumam reagir primeiro ao aumento ou à redução dos riscos globais.
Em dois anos, o país sai de uma crise inflacionária extrema para um cenário de forte desaceleração de preços e queda na pobreza, reforçando o debate sobre o impacto de políticas de ajuste fiscal, corte de gastos e redução do tamanho do Estado.
O déficit bilionário das estatais federais no primeiro bimestre reforça a deterioração das contas dessas empresas e amplia a pressão sobre um cenário fiscal que já inspira cautela.
O recuo de 22,5% nas concessões do consignado privado em fevereiro, combinado com a alta da taxa média para 59,4% ao ano, mostra que o crédito continua caro demais para quem mais precisa dele.
A taxa Selic funciona como o principal termômetro da economia brasileira. Seu comportamento reflete diretamente o nível de consumo, a inflação e a qualidade das contas públicas, formando um ciclo que pode impulsionar crescimento ou aprofundar crises.
Com 80,2% das famílias endividadas e 29,6% já em atraso, o Brasil entra em 2026 sob um cenário de crédito caro, renda pressionada e risco crescente de inadimplência, sobretudo entre os mais pobres.
Estrutura pública cara, dívida alta, juros elevados e pressão dos combustíveis formam uma combinação que tende a atingir em cheio o bolso da população.
Resultado negativo de quase R$ 120 bilhões foi absorvido pela própria reserva de resultados da instituição e reflete, principalmente, a valorização do real sobre ativos em moeda estrangeira.
Ranking do Instituto Trata Brasil mostra que o país ainda convive com déficits graves de água e esgoto, enquanto Santa Catarina segue sem protagonismo positivo no cenário nacional.
Documento divulgado pelo Banco Central mantém o tom de cautela, enquanto guerra no Oriente Médio e pressão sobre o petróleo ampliam o risco inflacionário no Brasil.
Bloqueio de apenas R$ 1,6 bilhão no Orçamento vem acompanhado de forte piora na projeção do déficit primário de 2026 e reacende o debate sobre a real situação das contas públicas.
Escalada do petróleo com a guerra entre EUA, Israel e Irã recoloca no centro do debate a promessa de campanha de desvincular os combustíveis brasileiros da lógica internacional.
Legislação permite que contribuintes que usam o modelo completo do IR destinem até 6% do imposto devido a fundos sociais, sem custo adicional.
Sanção de Lula amplia benefício fiscal do regime especial para R$ 3,1 bilhões em 2026 e fortalece um setor estratégico para diversas cadeias produtivas da economia brasileira.
Queda da bolsa, alta dos combustíveis e risco inflacionário expõem efeitos imediatos do cenário global no Brasil.
O governo de Santa Catarina colocou de volta em operação o Recupera Mais, programa que permite renegociar débitos de ICMS, IPVA e ITCMD com descontos expressivos sobre juros e multas. A nova edição oferece abatimento de até 95% e parcelamento que, no caso do ICMS, pode chegar a 72 vezes.
A escalada entre EUA, Israel e Irã, com tensão concentrada no Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial — já elevou o barril acima de US$ 100 e reacendeu um risco concreto para o Brasil: pressão sobre combustíveis, fretes, alimentos e, por consequência, sobre a inflação e os juros.
Entre 2015 e 2024, a carga tributária brasileira subiu de 29,7% para 32,3% do PIB, evidenciando um crescimento contínuo da arrecadação estatal e ampliando o peso sobre cidadãos e empresas em um cenário já desafiador.
O Copom iniciou nesta terça-feira (16) a reunião que será concluída amanhã, e o ambiente segue carregado por inflação ainda pressionada, dúvidas fiscais e pelo choque externo do petróleo em meio à guerra no Golfo. Embora parte do mercado fale em corte entre 0,25 e 0,50 ponto, este portal entende que a decisão tecnicamente mais consistente é manter a Selic em 15% ao ano.
A Receita Federal divulgou nesta segunda-feira o calendário da declaração do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025. O envio começa em 23 de março e vai até 29 de maio; quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.