Geral

Regime iraniano entra em lógica suicida: quando sobra retórica e falta comando, o colapso fica mais perto

Na visão deste portal, o Irã entrou em um processo de desgaste acelerado: perdeu parte relevante de sua cadeia de comando, teve capacidades aéreas e navais degradadas e passou a responder com ameaças amplas e ataques dispersos. O risco é claro: quanto mais o regime insistir no fanatismo de sobrevivência pelo poder, maior tende a ser o custo humano.

“Nem começamos a lutar”: a retórica do regime iraniano que mais revela desorganização do que força

Declarações maximalistas e ameaças vagas são um padrão em regimes de força, especialmente quando a realidade no campo de batalha é desfavorável; a própria TV estatal iraniana já foi usada para enviar mensagens de intimidação a Washington, enquanto comandantes da Guarda Revolucionária repetem discursos de “resposta dura” e “portas do inferno”, numa tentativa clara de sustentar o “efeito demonstração”.

Irã fragilizado e sem comando: quando a retaliação vira desorganização, o regime fica mais perto do fim

Israel atingiu em Qom um prédio ligado ao Conselho/Assembleia de Especialistas — o colegiado de 88 clérigos responsável por escolher o líder supremo — justamente no momento em que, segundo autoridades israelenses, haveria movimentação para uma sucessão; Teerã fala pouco, mas relatos indicam evacuação prévia e não há confirmação independente de baixas entre os aiatolás, o que torna parte das versões ainda especulativa.

CPMI do INSS vira palco de confusão após quebra de sigilo de Lulinha: por que tanto desespero diante de uma apuração?

Comissão aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva e a sessão descambou para bate-boca e empurra-empurra; governistas reagiram com pedido de anulação, mas o ponto central segue o mesmo: investigação não é condenação — é o caminho para esclarecer as fraudes que atingiram aposentados.