Celso Rigo e Marcelo Marques: dois torcedores que já merecem ser eternizados na história do Grêmio
Em tempos de dirigentes passageiros e promessas vazias, dois nomes se destacam pelo que realmente importa: ações concretas, amor ao clube e compromisso com o futuro tricolor.

Existem torcedores que amam o clube. E existem aqueles raros que fazem mais do que amar: eles sustentam, protegem e ajudam a escrever a história. O Grêmio, um clube que sempre se orgulhou de sua grandeza, sua torcida e sua identidade, tem a obrigação moral de reconhecer publicamente dois nomes que já deveriam estar gravados para sempre na Arena, na memória institucional e no coração da torcida: Celso Rigo e Marcelo Marques.
O futebol brasileiro vive tempos de instabilidade, gestões curtas, decisões erradas e crises financeiras que parecem não ter fim. E é justamente nesse cenário que surgem personagens que não aparecem em entrevistas, não disputam holofotes e não pedem aplausos, mas que fazem aquilo que realmente muda o destino de um clube: colocam o Grêmio acima de qualquer vaidade.
Celso Rigo é um desses símbolos. Desde a década de 90, seu nome é mencionado nos bastidores sempre que o clube enfrenta uma urgência, precisa viabilizar uma contratação ou necessita de apoio para resolver um problema imediato. Não se trata de oportunismo, mas de uma presença constante, silenciosa e decisiva. Ao longo de décadas, Rigo ajudou o Grêmio quando foi preciso, sem fazer disso um espetáculo e sem transformar o clube em vitrine pessoal.
O mais impressionante é que, mesmo após tantos anos, seu compromisso com o Grêmio permanece intacto. Em um ambiente onde muitos se aproximam apenas quando há interesse político ou retorno financeiro, Celso Rigo representa o oposto: é o torcedor que sustenta o clube como se sustentasse sua própria casa.
E então entra Marcelo Marques, mais jovem, mas já colocado em uma prateleira histórica que poucos alcançam. O que ele fez ultrapassa o futebol e entra no campo do inédito. Marcelo Marques protagonizou algo que dificilmente se vê no Brasil — e talvez no mundo — ao assumir a compra da dívida da Arena do Grêmio e doar ao clube, em um gesto estimado em quase R$ 200 milhões.
Não é exagero dizer que esse ato é um divisor de águas. Em um país onde clubes vivem atolados em dívidas, reféns de acordos obscuros e incapazes de construir estabilidade, Marcelo Marques fez o que nenhum discurso faria: resolveu um problema estrutural e entregou ao Grêmio uma chance real de reorganização financeira e de fortalecimento institucional.
Esse tipo de atitude não se mede apenas em números. Se mede em legado. Se mede no que representa para gerações futuras. Se mede na liberdade que o clube passa a ter para respirar, planejar e crescer.

O Grêmio não pode tratar isso como “ajuda de bastidor”. Não pode deixar que o tempo apague a grandeza do que esses dois torcedores representam. Celso Rigo e Marcelo Marques não são apenas apoiadores. São patrimônio moral do clube. São exemplos vivos do que significa ser gremista de verdade.
Por isso, é mais do que justo: é necessário que seus nomes sejam eternizados de alguma forma na Arena. Seja em uma calçada da fama, seja em uma estátua, seja em uma placa permanente, seja em um espaço simbólico que diga claramente ao torcedor que ali existem homens que ajudaram a manter o Grêmio de pé.
O futebol tem memória curta, mas o Grêmio não pode cometer esse erro. Clubes grandes reconhecem quem os construiu e quem os protegeu nos momentos decisivos. E Celso Rigo e Marcelo Marques já fizeram mais pelo Grêmio do que muitos dirigentes que passaram, discursaram e foram esquecidos.
Que fique registrado: o Grêmio tem dois nomes que precisam ser repetidos, lembrados e honrados para sempre. Não como obrigação, mas como gratidão histórica.
Tricolores, jamais esqueçam.
Jamais.
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