Paquetá volta, Flamengo perde… e a zoeira atravessa o oceano
Na reestreia do meia, rubro-negro sai de campo derrotado, e torcedores ingleses ironizam: “não aceitamos devolução”.

Lucas Paquetá voltou a vestir a camisa do Flamengo e, como manda o roteiro do futebol, a reestreia teve sabor amargo: derrota. É do jogo. O futebol não entrega finais perfeitos — ele entrega noites que testam a paciência, a confiança e a capacidade de reagir rápido.
E é importante lembrar o óbvio que, muitas vezes, a emoção tenta apagar: futebol é coletivo. Um craque não decide tudo sozinho, e ninguém ganha partida “na carteira”. Mas também é verdade que jogador diferenciado é cobrado de um jeito diferente. Quando o nome é grande, o holofote é maior. A cobrança aumenta, a expectativa sobe, e cada toque na bola vira julgamento.
Só que Paquetá não é promessa: é realidade. É jogador de personalidade, técnica fina, leitura de jogo e capacidade de mudar o ritmo de uma equipe. Ele ainda vai dar muitas alegrias ao torcedor rubro-negro, porque qualidade não se perde — se encaixa, se ajusta, e volta a aparecer com o time encontrando o melhor funcionamento.
Agora, existe o outro lado inevitável do esporte: a zoeira. E, quando o resultado não vem, a “flauta” entra em campo com força total. Dessa vez, o deboche veio até de longe. Do outro lado do oceano, torcedores ingleses fizeram questão de ironizar com um recado direto: “NÃO ACEITAMOS DEVOLUÇÃO”. É provocação pura, do tipo que só o futebol sabe produzir — cruel para quem perde, deliciosa para quem vence.
Em uma decisão, só um lado comemora. O outro engole seco, ouve a corneta e segue. Essa é a magia do futebol: ele mistura drama, esperança, pressão e riso no mesmo pacote. E, no Brasil, onde o futebol é mais que esporte, é cultura, não existe retorno sem barulho. Paquetá voltou. Agora começa, de verdade, a história da retomada.
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