Virada SHOW em Santa Catarina: milhões nas ruas, fogos, música e uma noite histórica no Estado
Florianópolis reuniu cerca de 700 mil pessoas, Balneário Camboriú chegou a 1 milhão e São Francisco do Sul atraiu 250 mil; o Réveillon catarinense provou que organização e planejamento transformam a virada em um espetáculo coletivo.

Santa Catarina mostrou, mais uma vez, por que é referência nacional quando o assunto é organização, turismo e eventos de grande porte. A virada para 2026 foi um verdadeiro espetáculo em diversas cidades do Estado, com números impressionantes de público, shows nacionais, queima de fogos e, acima de tudo, um clima de união que só um Réveillon bem planejado consegue proporcionar.
Em Florianópolis, a Prefeitura divulgou que aproximadamente 700 mil pessoas participaram da virada distribuídas em vários pontos da Capital. O destaque ficou para a tradicional Beira-Mar Norte, onde o público acompanhou a queima de fogos e os shows com nomes que arrastam multidões. Raça Negra comandou a festa na região central e Dilsinho foi o grande nome na parte continental, reforçando a estratégia da cidade de espalhar atrações e evitar concentração excessiva em um só local — uma prática cada vez mais necessária em grandes eventos urbanos.
Já em Balneário Camboriú, o Réveillon foi simplesmente monumental. A cidade recebeu, segundo estimativas divulgadas, cerca de 1 milhão de pessoas, em uma virada marcada por contagem regressiva oficial, estrutura robusta e uma queima de fogos que durou 15 minutos — tempo suficiente para emocionar turistas e moradores e consolidar a cidade como um dos principais destinos do país nessa época do ano. A logística montada e o envolvimento do setor turístico ajudaram a garantir uma noite de celebração intensa e sem caos.
Em São Francisco do Sul, a virada também entrou para a história: aproximadamente 250 mil pessoas foram às ruas e às praias acompanhar a queima de fogos. O município, um dos mais tradicionais do litoral catarinense, mostrou força turística e capacidade de mobilização, recebendo visitantes de várias regiões e impulsionando o comércio local.
E o brilho não se limitou às cidades maiores. Itapema e Itajaí também tiveram viradas expressivas. Itajaí, aliás, chamou atenção por ter voltado a realizar queima de fogos após seis anos de ausência, simbolizando uma retomada do protagonismo e do espírito de celebração que a cidade sempre teve. Blumenau, no Vale do Itajaí, também integrou a lista de cidades com programação estruturada, reforçando como o Estado inteiro se mobilizou para viver um Réveillon especial.
O que se viu em Santa Catarina foi um exemplo concreto de que grandes eventos não precisam ser sinônimo de desorganização. Com planejamento, envolvimento do poder público, participação do trade turístico e estrutura adequada, a virada pode ser linda, segura e feliz — e ainda movimentar a economia, gerar empregos temporários e fortalecer a imagem de cada município no mapa do turismo nacional.
A noite da virada é mais do que fogos: é símbolo. É o instante em que desconhecidos se abraçam, em que famílias se reencontram, em que o sentimento coletivo se impõe sobre as diferenças. Santa Catarina entregou isso — e entregou com grandeza.
Que esse espírito de união, esperança e recomeço permaneça vivo ao longo de 2026. Que seja um ano de realizações, de trabalho, de fé e de progresso para o povo catarinense e para todo o Brasil.
Hashtags SEO
#RéveillonSC #Virada2026 #Florianópolis #BalneárioCamboriú #SãoFranciscoDoSul #AnoNovo2026 #TurismoSC #FogosDeArtifício #SantaCatarina #VerãoSC
