Guarda do Embaú, Palhoça: mar de ondas, travessia pelo Rio da Madre e cenário de Reserva Mundial de Surf
Ícone do litoral catarinense, a Guarda do Embaú tem acesso pela BR-101, travessia de rio em canoas, vilinha com serviços, trilhas e ondas consagradas — veja como chegar, distâncias e o que esperar.

Na Baixada do Maciambu, em Palhoça, a Guarda do Embaú é daquelas praias que ficam na memória: mar geralmente agitado e com ondas celebradas ao longo do ano, vila acolhedora e um charme particular — para pisar na areia principal, o visitante cruza o Rio da Madre a nado, de prancha ou nas tradicionais canoas dos moradores.
O conjunto rendeu um título único no país: desde 2016 a Guarda é Reserva Mundial de Surf, reconhecimento da Save The Waves que chancela a qualidade das ondas e do ecossistema local.
Na orla, a cena é viva na temporada, com barracas simples, lanches, aluguel de pranchas e guarda-sóis; no centrinho, pousadas, restaurantes e lojinhas completam a experiência. Para ver a praia do alto, a trilha da Pedra do Urubu leva a um mirante clássico sobre o rio, o pontal e a linha de costa — caminhada curta, de nível leve a moderado.
O acesso rodoviário é direto pela BR-101; a partir de Florianópolis são cerca de 50–57 km (em torno de 40–60 minutos, conforme o trânsito).
Quem optar por ônibus encontra saídas do TICEN operadas pela Jotur até a vila.

Resultado: natureza intensa, ondas de respeito, cultura caiçara e serviços na medida — um lugar belíssimo que confirma a proposta da série: o paraíso existe e aqui ele tem ritmo próprio.
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