Argentina derruba previsões e Milei entrega números históricos: pobreza cai pela metade em apenas dois anos

Dados do terceiro trimestre de 2025 mostram queda impressionante da pobreza e da indigência, além de superávit fiscal e recuperação econômica, contrariando previsões de colapso feitas por críticos do presidente argentino.

A Argentina está vivendo um daqueles momentos raros em que a realidade atropela a narrativa. Durante anos, setores da esquerda global e economistas alinhados ao modelo estatizante afirmaram que seria impossível aplicar na prática as políticas defendidas por Javier Milei sem provocar caos social. Diziam que cortar gastos, reduzir o tamanho do Estado e atacar privilégios levaria inevitavelmente a uma explosão de miséria, desemprego e descontrole.

O que os números mostram agora é exatamente o contrário.

Com os dados fechados do terceiro trimestre de 2025, os indicadores oficiais e estimativas amplamente divulgadas no país apontam uma transformação social e econômica que poucos imaginavam que pudesse acontecer em tão pouco tempo. Em apenas dois anos de governo Milei, a pobreza teria caído de 54,8% para 26,9%. A indigência, que representa a extrema pobreza, despencou de 20,2% para 6,0%. Na prática, isso significa milhões de argentinos saindo de uma situação de vulnerabilidade extrema em um período recorde.

Não se trata apenas de um alívio estatístico. Trata-se de um choque histórico em um país que passou décadas preso a ciclos de crise, inflação descontrolada e dependência permanente de medidas emergenciais.

Além do impacto social, a economia argentina também vem registrando sinais claros de recuperação macroeconômica. A gestão Milei conseguiu alcançar superávit primário e fiscal, algo que se tornou quase uma utopia para um país acostumado a déficits constantes e endividamento crescente. O ajuste fiscal, combinado com cortes agressivos de gastos públicos, reorganização do Estado e combate ao desperdício, devolveu credibilidade ao governo diante do mercado interno e internacional.

Outro ponto que fortalece a percepção de virada é a retomada do PIB, impulsionada por uma economia que começa a respirar fora do sufocamento estatal. O governo aposta na abertura econômica, na redução de barreiras e na atração de investimentos como pilares de longo prazo para tirar o país do atraso estrutural. Mesmo enfrentando resistência política e protestos de setores historicamente dependentes do Estado, Milei vem conseguindo sustentar a direção escolhida.

A lógica por trás dessa mudança é simples: quando o Estado para de gastar mais do que arrecada, a inflação perde força, o ambiente de negócios melhora e o país começa a se reorganizar. E, com a inflação em queda e o poder de compra sendo reconstruído, o impacto chega diretamente ao cidadão comum, especialmente aos mais pobres, que são sempre os mais esmagados quando a moeda desmorona.

É justamente aí que a narrativa global entra em colapso. A tese repetida durante décadas — de que ajuste fiscal é sinônimo de tragédia social — perde força quando a realidade mostra que a tragédia social estava justamente no modelo anterior. O empobrecimento argentino não nasceu com Milei. Ele foi fabricado ao longo de anos de populismo, assistencialismo desordenado, déficits permanentes e destruição do valor da moeda.

A Argentina ainda tem desafios gigantescos pela frente. A desigualdade não desaparece em dois anos, setores produtivos seguem em adaptação e há custos de transição inevitáveis. Mas os números divulgados mostram que a direção econômica, pelo menos até aqui, não apenas evitou o desastre previsto pelos críticos como produziu resultados que pareciam impossíveis.

Por isso, o cenário atual é de comemoração no país. A Argentina que muitos julgavam condenada a repetir o mesmo fracasso começa a mostrar sinais concretos de reconstrução. E, para desespero dos socialistas do planeta, a experiência Milei está provando que o impossível pode ser apenas aquilo que nunca tentaram de verdade.

VLLC.


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