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A recente polêmica exposta pela Nike (fabricante do material) ao “impor” um desconfortável e ridículo uniforme para a Seleção Brasileira de Futebol, me faz lembrar aquele velho ditado popular que lembra uma realidade: A mentira tem perna curta!

A expressão justifica que, assim como alguém com pernas curtas não consegue ir longe, a mentira não se sustenta por muito tempo e mais cedo do que se espera, a verdade será revelada.

No auge da discussão sobre a iniciativa da empresa em estampar o grotesco “Vai, Brasa” no novo uniforme do time nacional, li uma declaração do designer da Nike, responsável pela façanha, de que a frase “era usada pelos torcedores nos estádios e nas ruas”, o que não é verdade. Felizmente a rápida intervenção do presidente da CBF, Samir Xaud proibindo a inscrição, nos salvou de uma vexatória situação e corrigiu um erro, quase irreparável. Sorte que a pronta intervenção superior, restabeleceu a verdade e colocou a fabricante de material esportivo no seu devido lugar.

Lembretes

Sobre o assunto três outros registros.

1 – Por onde andavam os responsáveis pelo marketing da CBF que deixaram uma patrocinadora interferir num patrimônio cultural da Nação? Será que já não bastara uma outra infeliz ameaça de fazer nossa seleção usar uma camisa vermelha?

2 – No recente Congresso Nacional de Cronistas Esportivos, realizado em Porto Alegre pela ACEB – Associação de Cronistas Esportivos do Brasil – o Diretor de Comunicação da CBF, Fábio Seixas, proferiu interessante palestra. Nela fez interessantes colocações, revelando que recente pesquisa apontou que mais de 50 por cento da população Brasileira não gosta de futebol. Seixas acrescentou que a CBF está desenvolvendo um trabalho para mudar esta dura realidade. Na nova estratégia estão ações sob os lemas: “Abrir! Abrir!! Abrir!!! – Ocupar espaço – Distribuir”.

Apesar de a CBF necessitar recuperar o espaço perdido e para isso ter que atrair novas gerações, felizmente a reação popular tirou o “Vai, Brasa” desse contexto.

3 – Diante das constatações e, sabendo-se da incansável batalha do presidente Samir Xaud na busca por ações que restabeleçam a credibilidade da entidade junto ao torcedor brasileiro, é de sugerir a centralização das decisões em assuntos tão importantes.

Acorda, verdão

Primeiro foi o Diretor de Futebol, João Carlos Maringá que se demitiu do cargo; mais tarde o mesmo caminho foi trilhado pelo vice-presidente de futebol, Paulo Lindermann e ontem a Chapecoense perdeu, em casa, para o Botafogo, por 4 a 0. Apenas coincidência ou algo de errado está ocorrendo no nosso representante na Série A nacional?

Realidade

Diante de tantos equívocos e outros fracassos na administração do futebol – e em outros segmentos da sociedade – não custa lembrar a velha e atual citação: “Preciso de um banner 1024 x 1024 para ilustrar artigo de JB Telles que tem o título: “Estilo Brasil”. Colocar a marca do DMA Notícias centralizado na parte de baixo do banner.

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