Em tempos de guerra..

Tudo é possível. Também no futebol a guerra está presente em vários cantos, estádios, nas torcidas e até nas administrações. Problemas a serem avaliados na busca por soluções que tragam a paz, único meio de um final feliz.
No Flamengo
A esdrúxula demissão do técnico Filipe Luís estabeleceu discordâncias internas e semeou uma guerra entre o clube e a mídia brasileira. Afinal, ninguém aceitou tal aberração. Para aumentar o tamanho da crise, depois do episódio diretoria e diversos jogadores evitam trocar olhares.
Motivos da revolta contra a demissão: a vitoriosa passagem de Filipe Luís pelo clube teve 63 vitórias, 23 empates e 15 derrotas acumulando os títulos de campeão da Copa do Brasil, Supercopa, Campeonato Carioca, Brasileirão e Libertadores e colocou o time para decidir o título estadual de 2026, contra o Fluminense.
Mundial
Na Copa do Mundo, diz o noticiário que “A guerra impacta a FIFA e a Copa de 2026” que está logo ali. É que a guerra no Oriente Médio mantém espaços aéreos fechados, embaixadas fechadas, dificuldades para a obtenção de vistos de jogadores e a possibilidade de alterações mais profundas, inclusive na presença de seleções classificadas.
Caso de polícia
Mais recentemente, no futebol carioca foi divulgada uma denúncia de que 15% dos atletas dos times pequenos da Série A do Campeonato, admitem que já foram procurados para manipular resultados. Trabalho para a Polícia Civil.
Em Criciúma
No ambiente estadual, a torcida do Criciúma estabeleceu um clima de revolta contra seu time que no estádio Orlando Scarpelli (Florianópolis) perdeu (1×0) a primeira partida da decisão da Copa ACESC 70 anos, para o Camboriú. O jogo final será no sábado (5) às 18 horas, no estádio Heriberto Hülse, em Criciúma.
Em Florianópolis
A reunião do Conselho Deliberativo do Figueirense, que vai avaliar o pedido de exclusão dos atuais dirigentes da associação e da SAF, está gerando um ambiente de puro Trinitrotolueno (TNT) capaz de detonar a qualquer momento.
Como se não bastassem as explícitas manifestações da torcida contra os “mandatários” ex e atuais dirigentes trocam notas de acusações.
Enquanto isso, o centenário clube continua definhando…
Copa do Bra$il
Se fosse dirigente de clube disputante da Copa do Brasil, faria um trabalho para evitar ou pelo menos diminuir, essa referência financeira da mídia e do próprio clube à cada classificação. Poucos valorizam o feito técnico em campo (alguns por incompetência) e a grande maioria só se preocupa com o valor do “pix” que a CBF vai fazer. Pior é que ainda anunciam o valor errado a receber. Desconhecem as taxas e até as retenções judiciais “cash”.
A cada anúncio deixam alegres os credores do futebol.
Santa Catarina
Na atual Copa Betano do Brasil os catarinenses estão com 100% de aproveitamento. O Santa Catarina (Rio do Sul) que entrou na primeira fase, passou pelo IAPE (MA) por 2 x0 e o Cuiabá (MT) nos pênaltis; o Joinville derrotou (1×0) o CSA (AL), o Figueirense ganhou (1×0) do Azuriz (PR) e o Avaí fez 3 a 0 no Porto Vitória (ES). Todos os jogos disputados em Santa Catarina.
O Barra, campeão nacional da Série D e finalista do estadual de 2026 contra a Chapecoense, entra na terceira fase contra o América (MG) com data e local a serem definidos, enquanto a Chapecoense, nossa representante na Série A nacional, joga apenas na quinta fase, contra adversário a ser definido.
